16
Dec
08

Triplo Expresso #7 – The Big Year Magazine

Neste programa, fizemos uma retrospectiva do ano que agora termina, o ano que ficou, naturalmente, marcado pelo arranque do Triplo Expresso.

– Sucesso dos netbooks e o fenómeno Magalhães

– iPhone 3G lançado no resto do mundo e em Portugal

– Fracasso do Windows Vista e a campanha com Jerry Seinfeld

– Eleição do Obama

– Kindle e ebook readers em geral

– A condição da saúde do Steve Jobs

– A queda do Yahoo!

Estes e outros temas, foram mais uma vez discutidos à mesa de café do Triplo Expresso.

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3 Responses to “Triplo Expresso #7 – The Big Year Magazine”


  1. 1 md13 Dec 16th, 2008 at 8:23 pm

    Já ouvi, gostei mais do que o ultimo 😀 Parabéns mais uma vez 😀

  2. 2 Joao Carvalhinho Dec 17th, 2008 at 5:04 pm

    Olá, boas!!!

    Vou mencionar apenas o assunto que me toca directamente (uma vez que estou directamente ligado à TMN)

    0- Os SMS não são gratuitos… há esse mito urbano, mas não é verdadeiro. O custo é bastante reduzido, é certo, mas não é custo zero como se diz por aí ;), especialmente quando envias sms entre redes de diferentes operadores.Se eu te disser que a rede já teve que levar investimentos adicionais por várias vezes só por causa do tráfego SMS.. começas a compreender porque não é a custo zero.

    1- As redes nunca estão preparadas para picos. A preparação de uma rede móvel ou fixa obedece a regras específicas de optimização vs custos que não se coaduna com finais de jogos do Benfica.
    Uma rede móvel ainda é mais sensível já que a disponibilidade à partida é mais diminuta. Espectacular foi a gestão de todas as redes durante o ROck In rio por exemplo, que aguentou cerca de 50.000 pessoas todas as noites, e apesar de raramente dar à primeira, em 5 minutos conseguia sempre fazer chamadas. (Ao contrário da última noite da Expo 98 que só a optimus funcionou, já que apesar dos seus 30 clientes estarem lá nessa noite… só tentavam fazer chamadas para as outras redes que estavam em baixo… por isso availability= 100%)

    2- A TMN tem (teve)o htc Touch Diamond e o Omnia, e os dois juntos venderam mais do que o iphone. Desde então assegurou o htc Touch PRo (diamond com teclado) o htc 3g, o HTC Touch HD que se encontra constantemente esgotado, e o Blackberry Bold (que tem sido afectado por muitos problemas de software) e o Sonia Henriques Experia X1. Não vou fazer alaridos sobre a qualidade do hardware destes vs Iphone… pois a compra de um iphone passa mais pelo passional do que pelo emotivo. Quem ficou a perder com isto foi a Apple ao ter cortado 50% da sua população alvo.

    3- Se com um blackberry (para mail) 100 mb são mais que suficientes, para acesso a conteúdos multimédia seja num iphone, seja num Windows mobile passam por ser manifestamente insuficiente. A TMN na altura ofereceu 250 Mb que era mais do que os 100 Mb que os outros operadores ofereciam – A VDF depois actualizou isto para 250…Quanto a mim manifestamente insuficiente… quanto ao meu irmão que tem um iphone VDF, os 100 mb foram superados no primeiro mês… a partir daí, mesmo com uso diário intensivo, chega e sobra.

    Na altura no meu blog falei disso, já que poderia ter sido usado um tarifário Banda Larga (na altura o mais baixo custava cerca de 22€ por 1 GB +-0.02€ por Mega), inclusivamente porque é tecnicamente possível de se fazer, face aos anunciados 0.072€ por mega que é 3X mais no internetnotelemóvel)
    NO entanto, isto não é casmurrice de todos os operadores. O share of wallet que o utilizador médio está disposto a pagar por uma assinatura de telemóvel anda perto dos 15€ e estes 15 teriam que incluir tudo. Como o 1 GB é totalmetne overkill, a oferta dos 100mb ou 250 na TMN é mais do que justificada. 22€ só para acesso à net era demasiado puxado. OU seja, este tarifário seria bom para muito poucas pessoas especialmente ao fim do primeiro mês de utilização.

    Aparentemente a utilização de um telemóvel/smartphone centra-se mais no e-mail e no acesso a páginas do que nos conteúdos multimédia pesados… para esses o sincronismo com um computador que fica a “sacar” é o modelo a seguir… a Appstore veio prová-lo mais uma vez.

    Meninos… isso do SEAT não tem nada a ver com a qualidade do carro, nem com as gaijas boas… mas sim com a demografia que pretende atingir… a SEAT pretende ir atrás dos “jovens” encartados… e os Mercedes, para os mais velhinhos com dinheiro. A isso se chama segmentação… e está perfeita! e nada tem a ver com a qualidade do carro…Até porque a qualidade da SEAT é igual À da VOlkswagen… E.g. o interior do Seat Ibiza do meu irmão = Polo GTi do meu chefe… quando vi isto passei-me!

    Mais uma vez alonguei-me!
    Bom Show… gostei, mais uma vez!

  1. 1 Triplo Expresso #7 nas bancas | sixhat pirate parts Pingback on Dec 16th, 2008 at 10:26 pm
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